Reforma Tributária: Receita publica cinco novas notas técnicas e muda regras da nota fiscal

Atualizações trazem prazos a partir de 3 de novembro, novo layout do DANFE e novos campos para 2027.

As regras da nota fiscal eletrônica mudaram mais uma vez. No dia 1º de outubro, a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS publicaram cinco novas notas técnicas que alteram a emissão de NF-e e NFC-e dentro da Reforma Tributária do consumo. As mudanças trazem novos prazos, ajustes de validação e um novo layout para o DANFE, e afetam diretamente quem emite nota todos os dias.

A primeira data já está próxima. A Nota Técnica 2025.002 transferiu de 5 de outubro para 3 de novembro de 2026 a entrada em produção da validação que trata das devoluções. A partir daí, a nota de devolução precisa referenciar corretamente o documento fiscal de origem dos itens devolvidos.

Também em 3 de novembro passa a valer a Nota Técnica 2026.007. Ela permite que contribuintes exclusivos dos novos tributos, o IBS e a CBS, emitam NF-e sem inscrição estadual, desde que tenham o cadastro verificado nos registros centralizados.

Em 1º de dezembro entra em vigor a Nota Técnica 2026.010, que atualiza o layout do DANFE. O documento impresso passa a exibir as informações de IBS, CBS e Imposto Seletivo. Já para o varejo, a Nota Técnica 2026.002 adiou para 14 de dezembro três validações das operações com DANFE simplificado, dando mais tempo para a adequação dos sistemas de frente de caixa.

A mudança de maior alcance fica para o próximo ano. A Nota Técnica 2026.008 cria campos de valor unitário líquido e de preço com tributos incluídos. O objetivo é evitar a duplicidade no cálculo dos impostos a partir de 2027, quando a CBS começa a ser cobrada de fato. Esses campos passam a valer em 1º de março de 2027.

Na prática, as cinco notas mostram que a Reforma Tributária não é uma adaptação feita uma única vez. As regras seguem sendo ajustadas ao longo da transição, com prazos que se sobrepõem e detalhes técnicos que mudam de um mês para o outro. Para as empresas, isso significa que o sistema de emissão precisa acompanhar cada atualização no tempo certo.

No agronegócio, o peso é ainda maior. Indústrias, cerealistas, fábricas de ração e revendas de insumos lidam com grande volume de notas, devoluções frequentes e operações entre estados. Uma validação que o sistema não acompanha vira nota rejeitada, carga parada e cliente esperando.

É nesse cenário que a tecnologia de gestão deixa de ser suporte e passa a ser segurança para o negócio.

A GB Gestão atua há mais de 30 anos desenvolvendo soluções para a indústria e o comércio do agronegócio, e o ERP GERPA já está preparado para as exigências da Reforma Tributária. O sistema recebe manutenção permanente e é atualizado a cada nova regra publicada pela Receita, integrando fiscal, estoque, financeiro e operação em um só lugar.

Enquanto o mercado corre para acompanhar cada nova nota técnica, os clientes da GB Gestão seguem emitindo com segurança e focados no que importa: produzir, vender e crescer.

As regras da Reforma Tributária vão continuar mudando. Com a gestão certa, o seu negócio não precisa parar por isso.

Fonte: AmdJus (02/10/2026)

Levantamento mostra que o ritmo de adequação caiu pela metade no segundo trimestre, e empresas desatualizadas ficam expostas a notas rejeitadas e perda de crédito

Quase metade das empresas brasileiras ainda não se adaptou à Reforma Tributária. Um levantamento divulgado na última semana pela plataforma Qive mostra que 40,71% das empresas do Regime Normal não atingiram conformidade integral com as novas regras do IBS e da CBS no primeiro semestre de 2026. Na prática, são cerca de 137,3 mil CNPJs que deixaram de preencher os campos dos novos tributos em todas as notas fiscais emitidas.

O dado chama atenção por outro motivo: o ritmo de adequação está perdendo força. Segundo o estudo, a velocidade com que as empresas passaram a preencher corretamente os novos campos caiu 52,8% entre o primeiro e o segundo trimestre do ano. No início de 2026, a fatia de notas fiscais eletrônicas sem as informações de IBS e CBS diminuía em média 4,79 pontos percentuais por mês. De abril a junho, esse recuo desacelerou para 2,26 pontos percentuais mensais.

Em volume total, o avanço existe: 85,42% dos itens faturados em notas de mercadorias já trazem os novos campos. Mas, quando a análise olha empresa por empresa, o retrato é outro. Muitas companhias ainda emitem parte das notas no modelo antigo, seja por sistemas desatualizados, cadastros incompletos ou processos que dependem de ajustes manuais.

O problema é que a margem para erro está cada vez menor. Desde agosto, o destaque de IBS e CBS passou a ser obrigatório nas NF-e das empresas do regime regular. A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS chegaram a flexibilizar validações para evitar uma onda de notas rejeitadas, mas essa tolerância é temporária. E 2027, quando a CBS passa a ser cobrada de fato, já está logo ali.

Para o agronegócio, o impacto é ainda mais sensível. Indústrias, cerealistas, fábricas de ração e revendas de insumos lidam diariamente com grande volume de notas, múltiplos produtos, operações interestaduais e regras fiscais específicas. Uma nota rejeitada significa carga parada, venda travada e cliente esperando. E cadastro errado hoje vira crédito tributário perdido amanhã.

É nesse cenário que a tecnologia de gestão deixa de ser suporte e passa a ser proteção para o negócio.

A GB Gestão atua há mais de 30 anos desenvolvendo soluções para a indústria e o comércio do agronegócio, e o ERP GERPA já está atualizado para as exigências da Reforma Tributária. O sistema emite notas fiscais com os campos de IBS e CBS preenchidos corretamente, integra fiscal, estoque, financeiro e operação em um só lugar e recebe manutenção permanente, acompanhando cada nova regra publicada pela Receita.

Enquanto quase metade do mercado ainda corre atrás da adequação, os clientes da GB Gestão emitem suas notas com segurança e seguem focados no que importa: produzir, vender e crescer.

O prazo da Reforma Tributária você não controla. A forma como sua empresa se prepara para ele, sim.

Fonte: Qive, via Mix Vale (24/09/2026)

A escalada dos ataques entre Rússia e Ucrânia nas últimas semanas saiu do noticiário internacional e chegou diretamente ao bolso do agronegócio brasileiro. Desde meados de julho, bombardeios quase diários a portos, terminais de grãos e embarcações no Mar Negro vêm interrompendo o fluxo de exportação de dois dos maiores fornecedores mundiais de trigo e milho, e o mercado já está reagindo.

Do lado ucraniano, ataques russos ao porto de Odessa, principal rota de escoamento agrícola do país, forçaram uma revisão drástica nas projeções. O Ministério da Agricultura da Ucrânia reduziu sua estimativa de exportação de grãos para a safra 2026/27 em até 12%, passando de 43 milhões para algo entre 38 e 40 milhões de toneladas.

Do lado russo, a Ucrânia atingiu estruturas no porto de Novorossiysk, uma das principais saídas de trigo do mundo. A Rússia também revisou para baixo suas exportações, estimadas agora em 44,5 milhões de toneladas.

O impacto nos preços foi imediato. O trigo acumulou valorização próxima de 10% em Chicago desde o início da escalada, saltando de US$ 6,45 para US$ 7,09 por bushel. Somente após o ataque de 12 de agosto ao terminal de Novorossiysk, o cereal subiu cerca de 3% em um único pregão. O milho acompanhou o movimento de alta.

Para o Brasil, o efeito é direto e ocorre em cadeia. O país depende fortemente da importação de trigo, já que a produção nacional não cobre o consumo interno, e qualquer alta no preço internacional encarece pães, massas, rações e toda a indústria de alimentos.

Além disso, a instabilidade no fornecimento global de fertilizantes, já agravada pelo conflito desde 2022, continua pressionando os custos de produção de soja, milho e outras culturas. O frete marítimo internacional também sofre impacto, com seguros mais caros e rotas mais longas.

O cenário se torna ainda mais crítico quando se soma ao contexto doméstico. O agronegócio brasileiro já enfrenta PIB em queda de 2%, inadimplência recorde no crédito rural, margens apertadas e a confirmação do El Niño com mais de 95% de probabilidade para o segundo semestre.

A safra de verão 2026/27 começa em semanas, e o produtor precisa tomar decisões de compra de insumos em um ambiente de volatilidade extrema. Nesse cenário, o preço de um fertilizante ou de uma tonelada de trigo pode mudar de um dia para o outro por causa de um míssil lançado a milhares de quilômetros daqui.

Para a indústria e o comércio do agronegócio, a lição é clara: quando o cenário externo foge do controle, a única defesa do empresário é ter controle total sobre o que acontece dentro da própria operação.

Monitorar custos em tempo real, acompanhar o fluxo de caixa com precisão, comparar preços de insumos, antecipar impactos financeiros e ter visibilidade completa sobre cada contrato e cada operação é o que separa quem apenas reage à crise de quem consegue se antecipar a ela.

É exatamente essa visibilidade que a GB Gestão Soluções Tecnológicas entrega. Desde os anos 1990, a empresa desenvolve sistemas integrados de gestão voltados para a indústria e o comércio do agronegócio, conectando o financeiro, o operacional e o fiscal em uma única plataforma.

Com tecnologia de ponta e manutenção permanente, o sistema da GB Gestão oferece ao empresário do setor o controle necessário para tomar decisões rápidas e seguras, mesmo quando o mundo lá fora está em guerra.

A guerra no Mar Negro não dá para controlar. O que acontece dentro do seu negócio, sim.

O segundo semestre de 2026 começa com um alerta climático que o agronegócio não pode ignorar. Os principais órgãos de meteorologia do país, INPE, INMET, Funceme e CENSIPAM, emitiram nota técnica conjunta confirmando que a probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre de 2026 ultrapassa 95%. O fenômeno deve se estender até o início de 2027 e seus efeitos já começam a ser sentidos.

Para Goiás, o cenário é especialmente preocupante. Segundo análise do CEMPA-Cerrado, da Universidade Federal de Goiás (UFG), o estado deve enfrentar atraso no início do período chuvoso, aumento na frequência de veranicos de 7 a 15 dias sem chuva e alta probabilidade de ondas de calor entre agosto e dezembro. O Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo) reforça que o pico do fenômeno deve ser sentido entre setembro e novembro, exatamente o período crítico para o plantio da soja no estado.

O efeito em cadeia é o que mais preocupa. Se o déficit de umidade atrasar o plantio da soja no Centro-Oeste, a colheita também atrasa, e a janela de semeadura do milho safrinha é empurrada para o primeiro trimestre do ano seguinte, período de maior risco climático. Além disso, temperaturas elevadas aumentam a evapotranspiração das lavouras, elevando a demanda hídrica das plantas e os custos de produção. Em situações extremas, períodos prolongados de estiagem podem comprometer produtividade e qualidade dos grãos.

O cenário se agrava quando se olha para os números da economia do setor. O PIB do agronegócio já recuou 2,01% no primeiro trimestre de 2026, segundo o Cepea/CNA, com todos os segmentos da cadeia em queda. As margens estão apertadas, os preços das commodities seguem pressionados e a inadimplência no crédito rural bateu recorde de 7,6%. Somar risco climático a esse cenário financeiro torna a safra 2026/27 uma das mais desafiadoras dos últimos anos.

Diante de tanta incerteza, a gestão se torna a principal ferramenta de defesa do empresário. Monitorar custos por hectare em tempo real, acompanhar fluxo de caixa com precisão, controlar contratos de insumos, antecipar cenários financeiros e ter visibilidade completa sobre cada operação deixou de ser diferencial e passou a ser condição de sobrevivência. Quando o clima sai do controle, o que o empresário pode controlar é a gestão.

É exatamente essa segurança que a GB Gestão Soluções Tecnológicas entrega. Desde os anos 1990, a empresa desenvolve sistemas integrados de gestão voltados para a indústria e o comércio do agronegócio, conectando o financeiro, o operacional e o fiscal em uma única plataforma. Com tecnologia de ponta e manutenção permanente, o sistema da GB Gestão oferece ao empresário do setor o controle necessário para tomar decisões rápidas e seguras, especialmente em momentos de instabilidade como o que a safra 2026/27 promete ser.

O El Niño não dá para controlar. A gestão do negócio, sim.

O que há meses era previsão agora é fato. Em menos de uma semana, duas das maiores mudanças regulatórias e fiscais dos últimos anos entraram em vigor simultaneamente no Brasil, e ambas atingem diretamente os sistemas de gestão das empresas.

No dia 31 de julho, a Receita Federal emitiu o primeiro CNPJ alfanumérico da história do país. O novo formato, que combina letras e números nas 14 posições do cadastro, já está em produção desde o dia 27 de julho e passa a ser atribuído a novas inscrições de empresas e filiais. Na prática, qualquer empresa que se relacione comercialmente com um novo CNPJ precisa que seu sistema aceite letras no campo de identificação. Se o ERP, o emissor de notas ou o cadastro de clientes rejeitar o formato, a operação trava: sem cadastro, sem nota, sem venda.

Três dias depois, em 3 de agosto, entrou em vigor a obrigatoriedade do preenchimento dos campos de IBS e CBS em todos os documentos fiscais eletrônicos. A partir de hoje, notas fiscais emitidas sem essas informações são automaticamente rejeitadas pelo sistema autorizador da Sefaz. Não se trata de um alerta ou de uma recomendação, mas de um bloqueio técnico. A empresa que não adaptou seu sistema simplesmente não consegue mais emitir nota fiscal.

O período de tolerância acabou. O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 previa que as penalidades só seriam aplicadas a partir do primeiro dia do quarto mês após a publicação dos regulamentos do IBS e da CBS, que ocorreu em 30 de abril. Esse prazo venceu agora. Além da rejeição automática da nota, empresas que realizarem operações sem documento fiscal válido estarão sujeitas a multas que podem chegar a 6% do valor da operação no caso da CBS e 12% no caso do IBS, com possibilidade de cobrança retroativa de até cinco anos.

Para a indústria e o comércio do agronegócio, onde o volume diário de emissão de notas é alto e as operações envolvem múltiplos fornecedores, transportadoras e filiais, o impacto é imediato. Uma nota rejeitada paralisa a saída de mercadoria. Um CNPJ não reconhecido pelo sistema impede o cadastro de um novo parceiro. São dois problemas diferentes, mas com a mesma origem: um sistema de gestão desatualizado.

O cenário confirma o que especialistas vinham alertando nos últimos meses: 2026 não é apenas um ano de transição, mas o ano em que a conformidade fiscal e tecnológica deixou de ser opcional e se tornou uma condição para operar. Empresas que trataram essas mudanças como um problema futuro agora enfrentam um risco real de interrupção em suas operações.

Enquanto parte do mercado corre para se adequar, os clientes da GB Gestão Soluções Tecnológicas operam com tranquilidade. Desde os anos 1990, a empresa acompanha continuamente todas as mudanças fiscais, regulatórias e tecnológicas que impactam a indústria e o comércio do agronegócio. O sistema da GB Gestão já está totalmente preparado para as duas exigências: aceita o formato de CNPJ alfanumérico e emite documentos fiscais com os campos de CBS e IBS corretamente preenchidos, sem rejeições, multas ou interrupções na operação.

As mudanças sobre as quais alertamos chegaram. A diferença entre quem se preparou e quem não se preparou começa a aparecer hoje.

O governo federal lançou na última terça-feira (30) o Plano Safra 2026/27 com R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial, um aumento de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior. Somados os recursos da agricultura familiar, o pacote total alcança R$ 610,3 bilhões. O valor é recorde em termos nominais, mas ficou significativamente abaixo dos R$ 652 bilhões solicitados pelos Ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, e também aquém dos R$ 623 bilhões defendidos pela CNA.

Por trás do volume recorde, porém, há um cenário que preocupa o setor. Segundo dados do Banco Central, a inadimplência das operações de crédito rural para pessoas físicas saltou de 1,49% em maio de 2024 para 7,6% em maio de 2026. Nas operações com taxas de mercado, o índice chegou a 13,29%. No Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio, a inadimplência acima de 90 dias avançou para 6,22%, e nas operações de custeio agropecuário já supera 10%.

Os números refletem uma crise de gestão financeira no campo. O agronegócio registrou 1.990 pedidos de recuperação judicial em 2025, o maior número da série histórica da Serasa Experian. E o próprio Banco do Brasil reduziu seu apetite: anunciou R$ 210 bilhões para a safra 2026/27, valor inferior aos R$ 230 bilhões divulgados no ciclo anterior. O crédito está mais escasso, mais caro e mais seletivo.

A nota técnica da FGV Agro, divulgada na véspera do anúncio, trouxe um alerta contundente: embora os recursos anunciados nos últimos três Planos Safra tenham crescido 24% em termos reais, o valor efetivamente contratado pelos produtores caiu 31,7% no mesmo período. Ou seja, o dinheiro existe no papel, mas não está chegando ao campo com a mesma força. Para os pesquisadores, essa redução compromete investimentos em máquinas, irrigação, armazenagem e tecnologia, criando um ciclo negativo: menos investimento reduz a produtividade, piora o fluxo de caixa e aumenta o risco de inadimplência.

Outro ponto de atenção é a mudança na distribuição dos recursos. O custeio e a comercialização, modalidades que financiam as despesas do dia a dia da produção, tiveram redução de 11,37%, caindo de R$ 414,7 bilhões para R$ 384,9 bilhões. Já os recursos para investimento subiram 38%, alcançando R$ 140,2 bilhões. Na prática, há menos dinheiro para o capital de giro e mais para modernização, o que exige do empresário uma gestão financeira ainda mais precisa para não comprometer a operação.

Para a indústria e o comércio do agronegócio, o recado deste Plano Safra é claro: volume de crédito sem controle financeiro gera endividamento, não crescimento. Com juros ainda elevados, margens apertadas e fiscalização cada vez mais digital, cada operação de crédito precisa ser planejada, monitorada e acompanhada em tempo real. Quem não tiver um sistema de gestão capaz de integrar o financeiro, o operacional e o fiscal em uma única visão estará voando às cegas em um dos momentos mais críticos do setor.

É exatamente essa visão integrada que a GB Gestão Soluções Tecnológicas entrega. Desde os anos 1990, a empresa desenvolve sistemas de gestão voltados para a indústria e o comércio do agronegócio, conectando controle financeiro, acompanhamento de contratos, gestão de custos e conformidade fiscal em uma única plataforma. O sistema da GB Gestão já está totalmente preparado para dar ao empresário do setor a visibilidade e o controle que ele precisa para aproveitar o crédito do Plano Safra com segurança, sem risco de perder o controle da operação.

Em uma safra onde a inadimplência bate recorde e o crédito fica mais seletivo, o sistema de gestão por trás do negócio não é mais um suporte, é o que separa quem cresce de quem fica para trás.

O empresário brasileiro está diante de uma pressão sem precedentes sobre seus sistemas de gestão. Em menos de duas semanas, no dia 6 de julho, entra em produção o CNPJ alfanumérico — o novo formato de cadastro que mistura letras e números na identificação das empresas. Logo em seguida, no dia 1º de agosto, vencem os prazos de tolerância da Reforma Tributária, e as penalidades por não destacar corretamente os campos de IBS e CBS nos documentos fiscais eletrônicos passam a valer. Dois prazos críticos no mesmo intervalo de 30 dias — e ambos dependem diretamente da capacidade do ERP da empresa.

A primeira mudança é estrutural. A Receita Federal, por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.229/2024, determinou que a partir de julho de 2026 todos os novos registros de CNPJ serão emitidos no formato alfanumérico, combinando letras maiúsculas de A a Z com algarismos de 0 a 9. O formato mantém as 14 posições, porém muda a composição interna e o algoritmo de validação do dígito verificador, que passará a utilizar conversão baseada na tabela ASCII. A medida foi motivada pelo esgotamento das combinações numéricas disponíveis — o Brasil já ultrapassa 60 milhões de estabelecimentos inscritos.

Na prática, o impacto recai diretamente sobre os sistemas. Todo ERP, emissor de nota fiscal, CRM, plataforma de vendas e banco de dados que hoje aceita apenas números no campo do CNPJ precisará ser atualizado para reconhecer o novo formato. Se o sistema rejeitar um CNPJ alfanumérico no momento de cadastrar um novo fornecedor, emitir uma nota fiscal ou registrar uma venda, a operação simplesmente trava. Para a indústria e o comércio do agronegócio, onde o volume de cadastros e transações é alto, o risco de interrupção é real e imediato.

A segunda mudança é fiscal — e vem com penalidade. Com a publicação do Decreto nº 12.955/2026 e da Resolução CGIBS nº 6/2026 em 30 de abril, o período de tolerância para o preenchimento dos campos de CBS e IBS nos documentos fiscais eletrônicos se encerra em 1º de agosto. A partir dessa data, toda NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e e demais documentos fiscais precisam conter obrigatoriamente as alíquotas de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. A ausência ou o preenchimento incorreto resultará em rejeição do XML pela Sefaz e multas por descumprimento de obrigação acessória.

O que torna o cenário ainda mais crítico é a coincidência dos prazos. O empresário terá que garantir, ao mesmo tempo, que seu sistema aceita o novo formato de CNPJ e que seus documentos fiscais estão emitindo corretamente os campos de IBS e CBS. São duas adaptações técnicas distintas, ambas obrigatórias e ambas com consequências graves em caso de descumprimento: notas rejeitadas, cadastros travados, vendas perdidas e multas.

Segundo especialistas, muitas empresas ainda não despertaram para a urgência desse duplo impacto. A percepção de que 2026 é apenas um “ano de testes” tem levado organizações a adiar adaptações que, na prática, já deveriam estar concluídas. O resultado é que empresas que deixaram para a última hora estão agora correndo contra o tempo para adequar ERPs, emissores de notas, cadastros de produtos e processos fiscais internos.

É exatamente nesse cenário de dupla pressão que a GB Gestão Soluções Tecnológicas se destaca. Desde os anos 1990, a empresa acompanha continuamente todas as mudanças fiscais, regulatórias e tecnológicas que impactam seus clientes, garantindo que seus sistemas integrados estejam sempre atualizados e em conformidade. O sistema da GB Gestão já está totalmente preparado para as duas exigências: aceita o novo formato de CNPJ alfanumérico e emite documentos fiscais com os campos de CBS e IBS corretamente preenchidos — sem risco de rejeição de notas, sem cadastros travados e sem interrupção na operação.

Enquanto o mercado corre para se adequar a dois prazos que batem na porta ao mesmo tempo, os clientes da GB Gestão operam com a tranquilidade de quem sabe que o sistema por trás do negócio já está pronto.

Muitas empresas ainda enxergam 2026 apenas como um período de adaptação sem riscos. Mas os regulamentos da CBS e do IBS já foram publicados, as obrigações acessórias já estão valendo e as penalidades têm data marcada para começar: 1º de agosto de 2026. Quem não estiver preparado vai sentir o impacto antes mesmo da cobrança efetiva dos novos tributos.

A análise é da ASIS Tax Tech, plataforma especializada em gestão tributária, que alerta: os efeitos das regulamentações publicadas em abril estão passando despercebidos pela maioria das empresas. No dia 30 de abril, o governo federal publicou o Decreto nº 12.955/2026, regulamentando a CBS, e a Resolução CGIBS nº 6/2026, regulamentando o IBS. Juntos, os dois documentos somam mais de 620 artigos que detalham fato gerador, base de cálculo, regime de créditos, obrigações acessórias e regras de transição.

Na prática, todas as empresas não optantes pelo Simples Nacional já são obrigadas a destacar os campos de CBS e IBS nos documentos fiscais eletrônicos — NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e e outros. As alíquotas são simbólicas neste ano de testes: 0,9% de CBS e 0,1% de IBS, e não geram recolhimento efetivo. Porém, a ausência dessas informações a partir de agosto resultará na rejeição do XML da nota fiscal pelo Fisco, além de multas por descumprimento de obrigação acessória.

O prazo não é arbitrário. O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 determinou que não haveria aplicação de penalidades até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação dos regulamentos. Como a publicação ocorreu em 30 de abril, o período de tolerância termina exatamente em 1º de agosto. A partir dessa data, erros, ausências ou preenchimento incompleto dos campos de IBS e CBS nos documentos fiscais eletrônicos estarão sujeitos a sanções.

O que isso exige das empresas vai além de atualizar um campo na nota. Segundo especialistas, o preenchimento correto dos campos CBS e IBS demanda adaptações nos sistemas ERP, emissores de notas fiscais e processos fiscais internos. É necessário revisar cadastros de produtos, regras tributárias parametrizadas no sistema e toda a cadeia de emissão de documentos fiscais. Para a indústria e o comércio do agronegócio, onde o volume de operações é alto e envolve múltiplos fornecedores e regimes fiscais, qualquer inconsistência pode travar faturamento, transporte e toda a cadeia operacional.

O cenário é agravado pelo fato de que a Receita Federal recebeu até o dia 15 de junho sugestões para ajustes no texto do regulamento do IBS, o que significa que novas alterações ainda podem surgir nas próximas semanas. Empresas que não contam com um sistema de gestão preparado para absorver essas mudanças de forma contínua estarão sempre um passo atrás.

É exatamente nesse cenário que a GB Gestão Soluções Tecnológicas faz a diferença. Desde os anos 1990, a empresa acompanha continuamente todas as mudanças fiscais e regulatórias que impactam seus clientes, garantindo que seus sistemas integrados estejam sempre atualizados e em conformidade. O sistema da GB Gestão já está totalmente preparado para atender às novas exigências da Reforma Tributária, com destaque correto de CBS e IBS, validação de XML e integração fiscal completa, sem risco de rejeição de notas e sem interrupção na operação para quem utiliza a plataforma.

Enquanto o mercado corre para se adequar a um prazo que já está batendo na porta, os clientes da GB Gestão operam com a tranquilidade de quem sabe que o sistema por trás do negócio já está pronto.

O que até aqui funcionava como um período flexível acaba de ganhar data de vencimento. Com a publicação do Decreto nº 12.955/2026 e da Resolução CGIBS nº 6/2026 no dia 30 de abril, o governo federal e o Comitê Gestor do IBS formalizaram os regulamentos dos dois novos tributos da Reforma Tributária — a CBS e o IBS — e acionaram o relógio: a partir de 1º de agosto de 2026, empresas que não estiverem emitindo documentos fiscais com os campos de IBS e CBS corretamente preenchidos estarão sujeitas a penalidades.

A regra é clara. O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 determina que não haveria aplicação de penalidades até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação dos regulamentos. Com a publicação em 30 de abril, esse prazo vence em 1º de agosto. A partir daí, o descumprimento das obrigações acessórias passa a gerar multas, incluindo a penalidade de 1% sobre o valor da operação.

Na prática, isso significa que toda NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e e mais seis tipos de documentos fiscais eletrônicos precisam ser emitidos com o layout atualizado, contendo os campos obrigatórios de CBS (alíquota de 0,9%) e IBS (alíquota de 0,1%). O preenchimento incorreto ou a ausência dessas informações poderá resultar em rejeição da nota pela Sefaz, auto de infração e até a cobrança dos tributos que, neste ano de testes, seriam dispensados — já que a dispensa está condicionada ao cumprimento correto das obrigações acessórias.

O cenário é especialmente crítico para a indústria e o comércio do agronegócio, onde o volume diário de emissão de notas fiscais é alto e as operações envolvem múltiplos fornecedores, transportadoras e regimes fiscais. Uma falha no sistema que deixa de preencher os novos campos pode travar uma cadeia inteira de operações — do faturamento ao transporte.

E o prazo é mais curto do que parece. São menos de 60 dias para que todas as empresas do regime normal garantam que seus sistemas de gestão, ERPs e emissores de notas estejam parametrizados no novo formato. Para quem ainda não se adaptou, o momento de agir é agora.

É exatamente nesse cenário que a GB Gestão Soluções Tecnológicas faz a diferença. Desde os anos 1990, a empresa acompanha continuamente todas as mudanças fiscais e regulatórias que impactam seus clientes, garantindo que seus sistemas integrados estejam sempre atualizados e em conformidade. Com a publicação dos regulamentos do IBS e da CBS, o sistema da GB Gestão já está totalmente preparado e em pleno funcionamento para atender às novas exigências — sem risco de multas, sem rejeição de notas e sem interrupção na operação para quem utiliza a plataforma.

Em um momento em que a Reforma Tributária deixou de ser teoria e virou obrigação concreta com prazo e penalidade, a tranquilidade do empresário depende diretamente do sistema que está por trás do negócio.

A partir de julho de 2026, o CNPJ brasileiro vai mudar. A Receita Federal, por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.229/2024, determinou que os novos registros do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica passarão a ser alfanuméricos — ou seja, compostos por letras e números.

O formato continua com 14 posições, mas agora os oito primeiros caracteres, que identificam a raiz do CNPJ, poderão conter letras de A a Z junto com algarismos. O mesmo vale para os quatro caracteres seguintes, que representam a ordem do estabelecimento. Apenas os dois últimos dígitos verificadores continuarão sendo exclusivamente numéricos.

A mudança foi motivada pelo crescimento acelerado do número de empresas no Brasil. Com mais de 60 milhões de estabelecimentos inscritos, as combinações numéricas disponíveis estão se aproximando do limite. Ao incluir letras, a Receita Federal amplia significativamente a capacidade do sistema, com 36 caracteres possíveis por posição em vez de apenas 10.

Para o empresário que já tem um CNPJ, nada muda, os números atuais permanecem válidos. Mas o impacto real está nos bastidores. Toda empresa que utiliza sistemas de gestão, ERPs, emissores de nota fiscal, plataformas de cadastro ou integrações com órgãos públicos precisa garantir que seus softwares estejam preparados para receber e validar o novo formato. Campos que hoje aceitam apenas números terão que aceitar letras. Máscaras de entrada, regras de validação e cálculos de dígitos verificadores baseados na tabela ASCII precisarão ser atualizados.

E é nesse ponto que a mudança deixa de parecer simples. Um campo de CNPJ que rejeita letras pode impedir o cadastro de um fornecedor, travar a emissão de uma nota fiscal ou bloquear uma operação inteira. Para empresas da indústria, do comércio e do transporte do agronegócio, onde o volume de operações com diferentes CNPJs é alto, o risco é ainda maior.

A GB Gestão Soluções Tecnológicas acompanha de perto todas as mudanças fiscais e regulatórias que impactam seus clientes. Nossos sistemas de gestão são desenvolvidos com atualização permanente e foco na conformidade, garantindo que alterações como essa sejam absorvidas antes de gerarem qualquer transtorno na operação. Da validação de cadastros à emissão de documentos fiscais, o ERP da GB Gestão está preparado para funcionar no novo cenário sem interrupções.

Em um mercado que não para de mudar, a tranquilidade do empresário depende diretamente do sistema que está por trás da operação.