Reforma Tributária: novas obrigações fiscais já estão em vigor e penalidades começam em agosto

Muitas empresas ainda enxergam 2026 apenas como um período de adaptação sem riscos. Mas os regulamentos da CBS e do IBS já foram publicados, as obrigações acessórias já estão valendo e as penalidades têm data marcada para começar: 1º de agosto de 2026. Quem não estiver preparado vai sentir o impacto antes mesmo da cobrança efetiva dos novos tributos.

A análise é da ASIS Tax Tech, plataforma especializada em gestão tributária, que alerta: os efeitos das regulamentações publicadas em abril estão passando despercebidos pela maioria das empresas. No dia 30 de abril, o governo federal publicou o Decreto nº 12.955/2026, regulamentando a CBS, e a Resolução CGIBS nº 6/2026, regulamentando o IBS. Juntos, os dois documentos somam mais de 620 artigos que detalham fato gerador, base de cálculo, regime de créditos, obrigações acessórias e regras de transição.

Na prática, todas as empresas não optantes pelo Simples Nacional já são obrigadas a destacar os campos de CBS e IBS nos documentos fiscais eletrônicos — NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e e outros. As alíquotas são simbólicas neste ano de testes: 0,9% de CBS e 0,1% de IBS, e não geram recolhimento efetivo. Porém, a ausência dessas informações a partir de agosto resultará na rejeição do XML da nota fiscal pelo Fisco, além de multas por descumprimento de obrigação acessória.

O prazo não é arbitrário. O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 determinou que não haveria aplicação de penalidades até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação dos regulamentos. Como a publicação ocorreu em 30 de abril, o período de tolerância termina exatamente em 1º de agosto. A partir dessa data, erros, ausências ou preenchimento incompleto dos campos de IBS e CBS nos documentos fiscais eletrônicos estarão sujeitos a sanções.

O que isso exige das empresas vai além de atualizar um campo na nota. Segundo especialistas, o preenchimento correto dos campos CBS e IBS demanda adaptações nos sistemas ERP, emissores de notas fiscais e processos fiscais internos. É necessário revisar cadastros de produtos, regras tributárias parametrizadas no sistema e toda a cadeia de emissão de documentos fiscais. Para a indústria e o comércio do agronegócio, onde o volume de operações é alto e envolve múltiplos fornecedores e regimes fiscais, qualquer inconsistência pode travar faturamento, transporte e toda a cadeia operacional.

O cenário é agravado pelo fato de que a Receita Federal recebeu até o dia 15 de junho sugestões para ajustes no texto do regulamento do IBS, o que significa que novas alterações ainda podem surgir nas próximas semanas. Empresas que não contam com um sistema de gestão preparado para absorver essas mudanças de forma contínua estarão sempre um passo atrás.

É exatamente nesse cenário que a GB Gestão Soluções Tecnológicas faz a diferença. Desde os anos 1990, a empresa acompanha continuamente todas as mudanças fiscais e regulatórias que impactam seus clientes, garantindo que seus sistemas integrados estejam sempre atualizados e em conformidade. O sistema da GB Gestão já está totalmente preparado para atender às novas exigências da Reforma Tributária, com destaque correto de CBS e IBS, validação de XML e integração fiscal completa, sem risco de rejeição de notas e sem interrupção na operação para quem utiliza a plataforma.

Enquanto o mercado corre para se adequar a um prazo que já está batendo na porta, os clientes da GB Gestão operam com a tranquilidade de quem sabe que o sistema por trás do negócio já está pronto.

O que até aqui funcionava como um período flexível acaba de ganhar data de vencimento. Com a publicação do Decreto nº 12.955/2026 e da Resolução CGIBS nº 6/2026 no dia 30 de abril, o governo federal e o Comitê Gestor do IBS formalizaram os regulamentos dos dois novos tributos da Reforma Tributária — a CBS e o IBS — e acionaram o relógio: a partir de 1º de agosto de 2026, empresas que não estiverem emitindo documentos fiscais com os campos de IBS e CBS corretamente preenchidos estarão sujeitas a penalidades.

A regra é clara. O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 determina que não haveria aplicação de penalidades até o primeiro dia do quarto mês subsequente à publicação dos regulamentos. Com a publicação em 30 de abril, esse prazo vence em 1º de agosto. A partir daí, o descumprimento das obrigações acessórias passa a gerar multas, incluindo a penalidade de 1% sobre o valor da operação.

Na prática, isso significa que toda NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e e mais seis tipos de documentos fiscais eletrônicos precisam ser emitidos com o layout atualizado, contendo os campos obrigatórios de CBS (alíquota de 0,9%) e IBS (alíquota de 0,1%). O preenchimento incorreto ou a ausência dessas informações poderá resultar em rejeição da nota pela Sefaz, auto de infração e até a cobrança dos tributos que, neste ano de testes, seriam dispensados — já que a dispensa está condicionada ao cumprimento correto das obrigações acessórias.

O cenário é especialmente crítico para a indústria e o comércio do agronegócio, onde o volume diário de emissão de notas fiscais é alto e as operações envolvem múltiplos fornecedores, transportadoras e regimes fiscais. Uma falha no sistema que deixa de preencher os novos campos pode travar uma cadeia inteira de operações — do faturamento ao transporte.

E o prazo é mais curto do que parece. São menos de 60 dias para que todas as empresas do regime normal garantam que seus sistemas de gestão, ERPs e emissores de notas estejam parametrizados no novo formato. Para quem ainda não se adaptou, o momento de agir é agora.

É exatamente nesse cenário que a GB Gestão Soluções Tecnológicas faz a diferença. Desde os anos 1990, a empresa acompanha continuamente todas as mudanças fiscais e regulatórias que impactam seus clientes, garantindo que seus sistemas integrados estejam sempre atualizados e em conformidade. Com a publicação dos regulamentos do IBS e da CBS, o sistema da GB Gestão já está totalmente preparado e em pleno funcionamento para atender às novas exigências — sem risco de multas, sem rejeição de notas e sem interrupção na operação para quem utiliza a plataforma.

Em um momento em que a Reforma Tributária deixou de ser teoria e virou obrigação concreta com prazo e penalidade, a tranquilidade do empresário depende diretamente do sistema que está por trás do negócio.

A partir de julho de 2026, o CNPJ brasileiro vai mudar. A Receita Federal, por meio da Instrução Normativa RFB nº 2.229/2024, determinou que os novos registros do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica passarão a ser alfanuméricos — ou seja, compostos por letras e números.

O formato continua com 14 posições, mas agora os oito primeiros caracteres, que identificam a raiz do CNPJ, poderão conter letras de A a Z junto com algarismos. O mesmo vale para os quatro caracteres seguintes, que representam a ordem do estabelecimento. Apenas os dois últimos dígitos verificadores continuarão sendo exclusivamente numéricos.

A mudança foi motivada pelo crescimento acelerado do número de empresas no Brasil. Com mais de 60 milhões de estabelecimentos inscritos, as combinações numéricas disponíveis estão se aproximando do limite. Ao incluir letras, a Receita Federal amplia significativamente a capacidade do sistema, com 36 caracteres possíveis por posição em vez de apenas 10.

Para o empresário que já tem um CNPJ, nada muda, os números atuais permanecem válidos. Mas o impacto real está nos bastidores. Toda empresa que utiliza sistemas de gestão, ERPs, emissores de nota fiscal, plataformas de cadastro ou integrações com órgãos públicos precisa garantir que seus softwares estejam preparados para receber e validar o novo formato. Campos que hoje aceitam apenas números terão que aceitar letras. Máscaras de entrada, regras de validação e cálculos de dígitos verificadores baseados na tabela ASCII precisarão ser atualizados.

E é nesse ponto que a mudança deixa de parecer simples. Um campo de CNPJ que rejeita letras pode impedir o cadastro de um fornecedor, travar a emissão de uma nota fiscal ou bloquear uma operação inteira. Para empresas da indústria, do comércio e do transporte do agronegócio, onde o volume de operações com diferentes CNPJs é alto, o risco é ainda maior.

A GB Gestão Soluções Tecnológicas acompanha de perto todas as mudanças fiscais e regulatórias que impactam seus clientes. Nossos sistemas de gestão são desenvolvidos com atualização permanente e foco na conformidade, garantindo que alterações como essa sejam absorvidas antes de gerarem qualquer transtorno na operação. Da validação de cadastros à emissão de documentos fiscais, o ERP da GB Gestão está preparado para funcionar no novo cenário sem interrupções.

Em um mercado que não para de mudar, a tranquilidade do empresário depende diretamente do sistema que está por trás da operação.

Acontece nesta semana, em Campinas (SP), a segunda edição do Agro Summit, o único evento no Brasil dedicado exclusivamente à digitalização da gestão no agronegócio. Organizado pelo Grupo Portal ERP, o encontro reúne empresas de tecnologia, lideranças do setor e nomes como Embrapa, CNH Industrial, Jacto e Banco do Brasil para debater como softwares, plataformas digitais e automações estão conectando o agro da origem ao consumidor final.

Com o tema “Digitalização no agronegócio da origem ao consumidor final”, a programação evidencia cinco grandes áreas da cadeia produtiva e traz uma mensagem clara para a indústria e o comércio do setor: quem não investir em gestão integrada vai ficar para trás.

Os dados reforçam essa urgência. Segundo pesquisa apresentada na Agrishow 2026, 85% dos produtores já utilizam aplicativos de gestão financeira, 76% recorrem a imagens de satélite e sistemas agronômicos e 70% adotam práticas de agricultura de precisão. A digitalização deixou de ser tendência e se tornou condição básica de competitividade.

Entre os temas em destaque no evento estão rastreabilidade, integração de dados ao longo da cadeia, inteligência artificial aplicada à gestão e a digitalização “depois da porteira” focada em agroindústria, comercialização e controle operacional. Exatamente os desafios que empresas do agro enfrentam no dia a dia.

E é nesse cenário que a GB Gestão Soluções Tecnológicas se posiciona como parceira estratégica. Desde os anos 1990, a empresa desenvolve sistemas integrados de gestão voltados para a indústria, o comércio e o transporte do agronegócio. Com soluções que conectam o financeiro, o operacional e o fiscal em uma única plataforma, a GB Gestão entrega ao empresário do setor mais controle, mais agilidade e mais segurança para tomar decisões, com tecnologia de ponta e manutenção permanente.

Enquanto o maior evento de tecnologia para gestão do agro reforça que o futuro passa por sistemas integrados e dados confiáveis, os clientes da GB Gestão já vivem essa realidade na prática.

A contagem regressiva para a maior mudança regulatória do transporte rodoviário de cargas em anos já começou. A ANTT publicou no final de abril a Portaria SUROC nº 6/2026, que detalha as regras operacionais para geração, retificação, cancelamento e encerramento do CIOT, o Código Identificador da Operação de Transporte. As novas exigências passam a valer a partir de 24 de maio de 2026.

Na prática, toda operação de transporte rodoviário remunerado de cargas passa a exigir o registro obrigatório por meio do CIOT, com geração prévia ao início do transporte e comunicação exclusivamente digital, via Web Services da ANTT com certificado digital ICP-Brasil. A obrigatoriedade se aplica tanto à contratação de Transportadores Autônomos de Cargas quanto a operações com frota própria de empresas de transporte.

Além da ampliação das situações que exigem o código, a Resolução ANTT nº 6.078/2026 determina a vinculação obrigatória do CIOT ao MDF-e. Isso significa que o transporte passa a nascer totalmente integrado ao ambiente fiscal e regulatório eletrônico, e qualquer inconsistência poderá resultar em rejeição do documento ou penalidades.

E as penalidades são pesadas. A legislação prevê multas de R$ 10.500,00 por ocorrência, aplicáveis em situações como a não geração do CIOT, divergência de informações e emissão de MDF-e sem o vínculo correto. A ANTT também passará a cruzar automaticamente, em tempo real, dados de CIOT, RNTRC, CT-e, MDF-e, vale-pedágio e valor do frete para identificar operações abaixo do piso mínimo.

A urgência não é exagero. Parte do setor ainda aguarda esclarecimentos da ANTT sobre a operacionalização em determinados cenários, como a emissão na primeira perna entre embarcador e transportadora. Mas o prazo não espera, e empresas que não adequarem seus sistemas, cadastros e processos internos até a data correm risco real de interrupção de operações e prejuízos financeiros.

É exatamente nesse cenário que contar com um sistema de gestão preparado faz toda a diferença. A GB Gestão Soluções Tecnológicas acompanha continuamente as mudanças fiscais e regulatórias do setor de transporte e logística. O ERP GERPA está sendo preparado para atender integralmente às novas exigências do CIOT, incluindo controle integrado, vinculação automática ao MDF-e, integração com operadoras homologadas pela ANTT, gestão de vale-pedágio e monitoramento de conformidade regulatória.

Mais do que uma obrigação legal, o novo modelo do CIOT representa uma mudança estrutural na fiscalização do transporte rodoviário brasileiro. Empresas que estiverem preparadas terão mais segurança fiscal, menor exposição a multas e maior controle sobre toda a cadeia de contratação e pagamento de frete.

 

A gestão de dados no agronegócio brasileiro está deixando de ser uma questão técnica restrita à área de TI para se tornar parte central da estratégia dos negócios. O tema foi destaque no IT Summit Agro 2026, evento realizado nesta semana, que reuniu executivos e lideranças do setor para discutir os rumos da digitalização no campo e na indústria.

Segundo especialistas ouvidos no evento, o avanço da inteligência artificial, das exigências de rastreabilidade e das novas regras de conformidade está elevando a importância de uma estrutura de dados bem organizada dentro das empresas do agro. A lógica é direta: sem dados confiáveis e integrados, as decisões ficam mais lentas, os desperdícios aumentam e a empresa perde competitividade.

Um dos pontos mais debatidos foi a necessidade de as empresas reduzirem a quantidade de ferramentas desconectadas e migrarem para soluções integradas, que unifiquem governança, segurança, compliance e gestão em um único ambiente. Para o setor de indústria e comércio do agronegócio, onde as operações envolvem múltiplos fornecedores, notas fiscais, controle de estoque e fluxo financeiro, essa integração deixou de ser desejável e passou a ser urgente.

O cenário se torna ainda mais complexo com a transição da Reforma Tributária, que já em 2026 exige adaptações nos sistemas de emissão fiscal e apuração de créditos. Empresas que operam com processos fragmentados ou controles manuais ficam expostas a erros, retrabalho e perda de margem.

É nesse contexto que a tecnologia aplicada à gestão se torna indispensável. A GB Gestão Tecnológica atua desde os anos 1990 desenvolvendo sistemas integrados que conectam as áreas financeira, operacional e comercial das empresas do agronegócio em uma única plataforma. Com foco em automação de processos, controle de dados e evolução contínua dos projetos, a empresa oferece ao gestor mais visibilidade sobre o negócio, mais agilidade nas decisões e mais segurança diante das exigências do mercado.

Em um momento em que o agronegócio brasileiro precisa profissionalizar sua gestão para manter a competitividade, contar com um sistema robusto e especializado pode ser o diferencial entre reagir aos problemas ou se antecipar a eles.

O início da safra de cana-de-açúcar no interior paulista já acende um alerta no campo.
Entre os principais desafios enfrentados pelos produtores está a alta no preço do óleo
diesel, item essencial para operações como preparo do solo, transporte, manejo e
colheita.
No noroeste do estado, o aumento no valor do combustível já impacta o planejamento
da nova safra e pressiona ainda mais os custos de produção. O cenário tem ligação
com as instabilidades no mercado internacional de petróleo, que acabam refletindo
diretamente no agronegócio e elevando a preocupação de quem depende de
previsibilidade para manter a operação saudável.
Além do diesel, outros insumos importantes também seguem pesando no orçamento
do produtor, o que torna o início do ciclo ainda mais delicado. Mesmo quando parte
dos produtos é adquirida com antecedência, a oscilação dos preços continua afetando
o custo final da safra.
Diante desse contexto, muitos produtores têm buscado alternativas para reduzir
despesas e otimizar processos no campo. Estratégias como ajustes no preparo do solo,
melhor controle operacional e decisões mais assertivas se tornam ainda mais
importantes em momentos de instabilidade.
É justamente nesse cenário que a tecnologia deixa de ser um diferencial e passa a ser
uma necessidade. Com soluções voltadas à automação de processos administrativos,
financeiros e comerciais, a GB Gestão Tecnológica ajuda empresas do agro a terem
mais controle, previsibilidade e eficiência operacional, reduzindo falhas manuais e
fortalecendo a tomada de decisão em períodos de alta pressão nos custos. A empresa
atua com sistemas integrados para gestão completa, com forte especialização no
agronegócio e foco em transformar burocracia em vantagem competitiva.
Em um setor cada vez mais sensível às variações do mercado, investir em gestão
inteligente pode ser um passo decisivo para enfrentar desafios como a alta do diesel
sem comprometer a produtividade e o planejamento da safra.

A colheita da soja da safra 2025/26 já alcançou 82% da área plantada no Brasil, segundo alguns levantamentos. O avanço foi de sete pontos percentuais em relação à semana anterior.

Apesar do progresso, o ritmo ainda está abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando a colheita já atingia 87% da área cultivada.

Neste momento, os trabalhos estão mais concentrados em regiões de calendário agrícola tardio, como o Matopiba, que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, além do Rio Grande do Sul.

No Matopiba, o excesso de umidade nos grãos tem causado problemas de qualidade em parte das lavouras. Essa condição também tem dificultado o ritmo da colheita e a recepção da produção nos armazéns.

Enquanto isso, o milho da segunda safra enfrenta um cenário mais crítico. No Paraná, as lavouras seguem sob pressão devido à baixa umidade do solo, agravada por temperaturas acima da média.

A situação é mais preocupante no oeste do estado, onde muitas lavouras já estão na fase reprodutiva. Nesse estágio, os produtores começam a calcular possíveis perdas nas áreas mais afetadas pela estiagem.

Além do Paraná, regiões como o norte do estado, o sul do Mato Grosso do Sul e o sul de São Paulo também apresentam piora nas condições de umidade.

Por outro lado, outras áreas do centro-sul do país ainda registram condições mais favoráveis, com chuvas frequentes contribuindo para o bom desenvolvimento do milho safrinha.

Ainda assim, especialistas alertam que o cereal precisa de precipitações regulares até maio para garantir bons níveis de produtividade.

 

Gestão eficiente em um cenário de incerteza

O cenário atual reforça a importância de uma gestão cada vez mais estratégica no agronegócio. Com variáveis como clima, produtividade e mercado impactando diretamente os resultados, processos manuais e falta de controle podem gerar prejuízos significativos.

A GB Gestão Tecnológica atua justamente nesse ponto, oferecendo soluções completas de automação para empresas do agro, indústria e comércio. Com sistemas como o ERP GERPA e o GB Agro, é possível integrar operações, reduzir riscos, aumentar a eficiência e ter maior previsibilidade financeira.

A tecnologia aplicada à gestão deixa de ser diferencial e passa a ser essencial para quem busca competitividade e segurança na tomada de decisão.

GB Gestão Tecnológica
Sua operação no piloto automático. Você no controle.

O Decreto nº 12.808 trouxe alterações relevantes na aplicação dos benefícios de PIS e Cofins previstos na Lei nº 10.925/2004. A nova regra passa a valer a partir de 1º de abril de 2026 e impacta diretamente diversos produtos do setor agropecuário que, até então, possuíam alíquota zero dessas contribuições.

A principal mudança consiste no fim da alíquota zerada para determinados itens. Com a nova regulamentação, esses produtos passam a ser tributados em 10% da alíquota padrão de PIS e Cofins. Na prática, isso significa a substituição da isenção total por uma tributação reduzida.

Entre os principais produtos afetados estão insumos agrícolas, como fertilizantes, adubos, corretivos de solo, inoculantes, defensivos, sementes e mudas. Também são impactados itens da cadeia de nutrição animal, como milho destinado à ração, farelo de soja, rações, suplementos e premix. Além disso, produtos agropecuários como soja em grão, trigo e arroz passam a sofrer tributação parcial.

No regime não cumulativo (Lucro Real), a tributação passa de 0% para aproximadamente 0,925%. Já no regime cumulativo (Lucro Presumido), a alíquota passa de 0% para cerca de 0,365%.

Outro ponto importante é o impacto sobre o crédito presumido de PIS e Cofins. Empresas que adquirem produtos agropecuários de produtores rurais pessoa física, cooperativas ou fornecedores que não geram crédito continuarão tendo direito ao crédito presumido. No entanto, esse crédito será ajustado proporcionalmente à nova tributação, com o objetivo de manter o equilíbrio do regime e evitar distorções na apuração tributária.

A medida busca garantir maior coerência na cadeia tributária, reduzindo o acúmulo artificial de créditos e promovendo maior alinhamento entre tributação e crédito fiscal.

Diante dessas mudanças, torna-se essencial que empresas do agronegócio, indústrias e revendas revisem seus processos fiscais, sistemas de apuração e controles internos para garantir conformidade com a nova legislação.

A GB Gestão Tecnológica atua há décadas desenvolvendo soluções integradas de gestão, com sistemas como GERPA, GBAgro, entre outros, preparados para atender às exigências fiscais e operacionais do mercado. Seus sistemas são constantemente atualizados conforme alterações legais, garantindo segurança, precisão na apuração tributária e maior controle para a tomada de decisão nas empresas.

A Reforma Tributária do consumo, instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023, já começou a impactar diretamente a rotina das empresas brasileiras. Desde janeiro de 2026, entrou em vigor a obrigatoriedade de inclusão dos novos tributos, IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) nos documentos fiscais eletrônicos.

No entanto, durante os primeiros meses do ano, o governo adotou uma postura de flexibilização técnica, permitindo que as empresas se adaptassem às novas exigências sem sofrer rejeições automáticas na emissão de notas fiscais.

Esse período, porém, está chegando ao fim.

 

O que aconteceu até agora

Com a implementação inicial das novas regras, o Fisco permitiu que as notas fiscais fossem emitidas mesmo sem o preenchimento completo dos novos campos obrigatórios. Essa flexibilização não eliminava a obrigação legal, mas evitava a rejeição imediata dos documentos.

Na prática, as empresas continuaram operando, ainda que muitas não estivessem totalmente adequadas ao novo modelo tributário.

Apesar disso, a exigência de informar corretamente os novos tributos sempre esteve válida, podendo gerar consequências futuras em caso de inconsistências.

 

O que muda a partir de agora

Com o avanço do cronograma da Reforma Tributária, o cenário se torna mais rigoroso. A partir deste novo momento, previsto para ocorrer ao longo de 2026, após o período de flexibilização, o governo passa a intensificar a validação das informações fiscais.

Isso significa que:

  • O preenchimento correto dos campos de IBS e CBS se torna essencial
  • Inconsistências nas informações poderão gerar penalidades
  • O risco de autuações fiscais aumenta significativamente
  • A margem para erros operacionais diminui

Além disso, os documentos fiscais passam a exigir novas classificações tributárias e um nível maior de detalhamento das operações.

 

Impacto direto nas empresas

A principal mudança não está apenas na legislação, mas na operação das empresas.

Os sistemas de emissão de notas fiscais precisam estar atualizados para suportar:

  • Novos campos obrigatórios
  • Regras de validação mais rígidas
  • Diferentes cenários de tributação (isenção, suspensão, alíquota zero, entre outros)
  • Integração com o novo padrão nacional de dados fiscais

Durante o período de transição, as empresas ainda lidarão com o modelo antigo e o novo simultaneamente, aumentando a complexidade da gestão tributária.

 

O risco de não se adequar

Muitas empresas ainda tratam esse momento como uma fase de testes. No entanto, a obrigatoriedade já está vigente.

A falta de adequação pode gerar:

  • Erros na emissão de notas fiscais
  • Inconsistências nos dados enviados ao Fisco
  • Multas e penalidades futuras
  • Retrabalho operacional
  • Riscos fiscais e jurídicos

Em um cenário de maior integração e cruzamento de dados entre os órgãos fiscais, falhas tendem a ser rapidamente identificadas.

 

A importância da preparação antecipada

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança legal, mas uma transformação estrutural na forma como as empresas registram, controlam e apuram tributos.

A adaptação exige:

  • Atualização tecnológica
  • Revisão de processos internos
  • Capacitação das equipes
  • Parametrização correta das regras fiscais

Empresas que se antecipam conseguem reduzir riscos, manter a conformidade e operar com mais segurança durante a transição.

 

A GB Gestão já está preparada para esse novo cenário

Diante desse novo contexto, a tecnologia deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade.

A GB Gestão Tecnológica, com quase três décadas de atuação, já está preparada para atender às exigências da Reforma Tributária por meio de soluções completas e integradas.

Com sistemas como o ERP GERPA, a empresa oferece:

  • Atualização contínua conforme as mudanças fiscais
  • Parametrização segura dos novos tributos
  • Automação de processos que reduz erros operacionais
  • Rastreabilidade e controle em todas as etapas
  • Integração entre áreas fiscal, financeira e comercial

Mais do que sistemas, a GB entrega controle, segurança e previsibilidade para que empresas enfrentem a nova realidade tributária com tranquilidade