
El Niño confirmado com mais de 95% de probabilidade: Goiás está entre os estados mais expostos ao risco climático na safra 2026/27
O segundo semestre de 2026 começa com um alerta climático que o agronegócio não pode ignorar. Os principais órgãos de meteorologia do país, INPE, INMET, Funceme e CENSIPAM, emitiram nota técnica conjunta confirmando que a probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre de 2026 ultrapassa 95%. O fenômeno deve se estender até o início de 2027 e seus efeitos já começam a ser sentidos.
Para Goiás, o cenário é especialmente preocupante. Segundo análise do CEMPA-Cerrado, da Universidade Federal de Goiás (UFG), o estado deve enfrentar atraso no início do período chuvoso, aumento na frequência de veranicos de 7 a 15 dias sem chuva e alta probabilidade de ondas de calor entre agosto e dezembro. O Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo) reforça que o pico do fenômeno deve ser sentido entre setembro e novembro, exatamente o período crítico para o plantio da soja no estado.
O efeito em cadeia é o que mais preocupa. Se o déficit de umidade atrasar o plantio da soja no Centro-Oeste, a colheita também atrasa, e a janela de semeadura do milho safrinha é empurrada para o primeiro trimestre do ano seguinte, período de maior risco climático. Além disso, temperaturas elevadas aumentam a evapotranspiração das lavouras, elevando a demanda hídrica das plantas e os custos de produção. Em situações extremas, períodos prolongados de estiagem podem comprometer produtividade e qualidade dos grãos.
O cenário se agrava quando se olha para os números da economia do setor. O PIB do agronegócio já recuou 2,01% no primeiro trimestre de 2026, segundo o Cepea/CNA, com todos os segmentos da cadeia em queda. As margens estão apertadas, os preços das commodities seguem pressionados e a inadimplência no crédito rural bateu recorde de 7,6%. Somar risco climático a esse cenário financeiro torna a safra 2026/27 uma das mais desafiadoras dos últimos anos.
Diante de tanta incerteza, a gestão se torna a principal ferramenta de defesa do empresário. Monitorar custos por hectare em tempo real, acompanhar fluxo de caixa com precisão, controlar contratos de insumos, antecipar cenários financeiros e ter visibilidade completa sobre cada operação deixou de ser diferencial e passou a ser condição de sobrevivência. Quando o clima sai do controle, o que o empresário pode controlar é a gestão.
É exatamente essa segurança que a GB Gestão Soluções Tecnológicas entrega. Desde os anos 1990, a empresa desenvolve sistemas integrados de gestão voltados para a indústria e o comércio do agronegócio, conectando o financeiro, o operacional e o fiscal em uma única plataforma. Com tecnologia de ponta e manutenção permanente, o sistema da GB Gestão oferece ao empresário do setor o controle necessário para tomar decisões rápidas e seguras, especialmente em momentos de instabilidade como o que a safra 2026/27 promete ser.
O El Niño não dá para controlar. A gestão do negócio, sim.


